Em meados de abril, Apple e Google anunciaram uma parceria para ajudar no combate à COVID-19, explicando uma tecnologia de rastreamento de infetados em ambas as plataformas Android e iOS.

Atualmente, para tirar proveito da API de alerta de exposição à doença é necessário o uso de aplicações extras, desenvolvidas pelos governos de cada país ou, no caso dos EUA, de cada um dos estados.

Aplicações extras não são mais necessárias para exibir alertas de exposição à COVID-19 no iOS 13.7

Mas a partir de hoje, isso muda – com a chegada da primeira versão Beta do iOS 13.7 (17H33), o recurso torna-se nativo no sistema, dispensando o uso de apps extras. Esta primeira beta só está disponível para os desenvolvedores registados no portal Apple Developer.

Tal mudança alinha-se com a promessa da Apple em tornar a tecnologia de deteção ainda mais integrada à sua plataforma móvel, algo que a Google também havia prometido, mas até agora, não entregou.

Diferente do iOS 13.7 Beta, a primeira versão de testes do iPadOS 13.7 não inclui tal recurso. No caso da plataforma para os tablets da maçã, apenas correções de bugs e aprimoramentos foram embarcados.

Vale reforçar que para o uso da tecnologia de rastreamento de infetados nenhum dado pessoal dos utilizadores de iPhone é coletado tão pouco partilhado com qualquer entidade.

Tudo ocorre de forma anónima através da tecnologia Bluetooth e auxilia a reduzir os contágios, especialmente por parte dos assintomáticos, que muitas vezes sequer sabem que possuem a doença.