A Apple prepara-se para lançar novos modelos do MacBook Pro, mas, para quem está a pensar investir num portátil topo de gama, pode fazer mais sentido esperar um pouco mais. Tudo indica que esta geração será apenas uma atualização intermédia, e que algo bem mais ambicioso está a caminho. E é isso que deves ter em consideração!
Os próximos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas deverão chegar em breve com os novos processadores M5 Pro e M5 Max, mas sem alterações relevantes ao design ou ao ecrã. Na prática, trata-se de uma evolução focada no desempenho, mantendo praticamente tudo o resto igual à geração anterior.

Para quem precisa de um computador novo de forma imediata, esta atualização pode ser suficiente. Mas apenas se procuras o último processador do mercado, apenas. Para quem procura um salto tecnológico mais significativo, o melhor pode ser aguardar pela próxima grande renovação.
Os rumores apontam para um segundo refresh do MacBook Pro ainda em 2026, desta vez com mudanças profundas, apontado para o final do ano. Aí, a Apple deverá introduzir, pela primeira vez, ecrãs OLED nos seus portáteis profissionais, acompanhados por um novo design e pelo futuro processador M6.
Esta transição para OLED promete melhorias claras na qualidade de imagem, com pretos mais profundos, maior contraste e melhor eficiência energética. Além disso, fala-se também na chegada de funcionalidades tácteis, algo que a Apple sempre evitou nos Macs, mas que poderá finalmente tornar-se realidade.
Se estas previsões se confirmarem, talvez seja mesmo a maior evolução da linha MacBook Pro desde a introdução do Apple Silicon em 2020. Para além do novo ecrã, os modelos OLED poderão ser os primeiros Macs a utilizar tecnologia de fabrico a 2 nanómetros, abrindo caminho a ganhos adicionais de desempenho e eficiência.

E claro, há ainda rumores sobre a possível integração de conectividade celular, o que tornaria o MacBook Pro ainda mais versátil para quem trabalha em mobilidade.
Porém, importa sublinhar que estas novidades deverão ficar reservadas aos modelos mais caros de 14 e 16 polegadas. O MacBook Pro de entrada, lançado no final do ano passado, não deverá receber ecrã OLED, embora possa beneficiar de um novo processador numa fase posterior.
Mesmo assim, a perspetiva de uma renovação profunda em toda a gama torna menos apelativa a compra de um modelo intermédio agora, sobretudo para quem investe regularmente em equipamentos de topo.
Ou seja, se não houver urgência, adiar a compra pode significar acesso a uma geração completamente nova, com tecnologias que irão definir o futuro dos portáteis da Apple durante vários anos.