A Apple celebrou 50 anos esta semana e, entre muitas memórias e eventos espalhados pelas suas lojas em todo o mundo, houve um momento que se destacou claramente acima de todos.
No coração da sua sede em Cupertino, a gigante tecnológica reuniu milhares de funcionários para uma celebração interna de grande escala. Paul McCartney subiu a palco para um concerto exclusivo, transformando o evento no ponto alto das comemorações dos 50 anos da empresa.





A escolha do artista britânico está longe de ser aleatória. Enquanto membro dos The Beatles, McCartney representa uma das maiores referências culturais do século XX - e uma inspiração direta para Steve Jobs. O cofundador da Apple via na banda um exemplo perfeito de como equipas coesas conseguem criar algo muito maior do que a soma das suas partes. “O meu modelo de negócio são os Beatles…”, afirmou numa das suas citações mais emblemáticas.
Cinco décadas depois da sua fundação, a Apple continua a demonstrar que essa filosofia permanece bem viva. Mais do que celebrar produtos ou marcos comerciais, a empresa da maçã assinalou este aniversário com um momento simbólico que une cultura, identidade e visão - reforçando a ligação às suas raízes e ao espírito colaborativo que sempre definiu o seu percurso.