Apple U - Primeiro episódio em torno do iPhone Ultra, quota de mercado e mais
O primeiro episódio de Apple U, o novo podcast do iFeed, junta dois hosts, o Pedro e o Daniel para uma conversa descontraída, sobre aquele que poderá ser o grande lançamento tecnológico de 2026: o primeiro iPhone dobrável da Apple.
Entre referências ao Mundial, o episódio começa por afastar rapidamente o iPad mini dobrável dos holofotes. O foco passa, então, para um hipotético iPhone Fold, Ultra ou qualquer que seja o nome que a Apple venha a escolher. A grande pergunta é simples: poderá um iPhone dobrável substituir o iPad e tornar-se no único dispositivo necessário fora de casa?
Daniel, assumidamente um utilizador intensivo do ecossistema Apple, admite que irá comprar o equipamento assim que for lançado. Mais do que isso, considera provável comprar tanto o modelo dobrável como uma versão Pro, movido pela curiosidade e pela vontade de perceber até onde o novo formato poderá ir. Ainda assim, mantém reservas – por muito versátil que seja um iPad, a experiência de trabalhar num MacBook Pro continua a ser diferente, sobretudo quando há várias janelas, tarefas e contextos profissionais em simultâneo.
Para o Pedro, um iPhone que se abre para revelar um ecrã de cerca de oito polegadas poderia resolver muitas necessidades diárias, como escrita, navegação, consumo de conteúdos e trabalho pontual. Isto, sem obrigar a transportar mais um equipamento. A caneta seria, possivelmente, a principal ausência.
Os dois identificam também condições decisivas para o sucesso do produto – espessura, peso, utilidade do ecrã exterior, qualidade das câmaras e a eventual presença do vinco no painel interno. Um dobrável só funcionará verdadeiramente se continuar a ser prático fechado, não obrigando o utilizador a abrir o telefone para cada tarefa simples.
A conversa chega inevitavelmente ao preço. Daniel aponta para 2500 euros como valor plausível para o primeiro iPhone dobrável e, apesar do entusiasmo, não o recomenda como substituto de um computador ou tablet para a maioria das pessoas. Vê-o sobretudo como um produto para early adopters, utilizadores com orçamento elevado e fãs da Apple.
No final, ficam as apostas. O Pedro prevê 20% a 25% de quota global do mercado de dobráveis no primeiro ano para a Apple, e o Daniel acredita que a Apple poderá superar os 50% das novas compras deste segmento. O Apple U começa, assim, com uma pergunta que promete acompanhar os próximos episódios: afinal, até onde pode dobrar um iPhone?
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