É uma situação relativamente comum, todos conhecemos alguém que já encontrou um smartphone perdido, neste caso, sendo um iPhone o que devemos fazer?

Antes de mais, como é obvio devemos pensar em ajudar o próximo, e neste caso é encontrar o seu dono.

Com os níveis de segurança atuais é quase impossível colocar um iPhone ou iPad de outra pessoa a funcionar como se fosse seu. Por isso vendê-lo ou pensar ficar com ele, para além de moralmente e criminalmente reprovável, é muito difícil.

Por isso, o que há a fazer é envidar esforços para localizar o seu legítimo proprietário, na verdade é o que gostaríamos que nos fizessem.

Quais as alternativas?

Com efeito, o primeiro passo é se possível manter o iPhone ou iPad com bateria.

Estando o equipamento bloqueado através de código ou reconhecimento biométrico, não conseguimos aceder a nenhum contacto. Então a solução pode passar por tentar usar a Siri.

Assim podemos começar por perguntar à Siri “E aí Siri”, “A quem pertence este iPhone?”. Caso a Siri esteja noutra língua teremos que traduzir como é lógico.

A resposta não será muito conclusiva, normalmente ela responderá apenas com o primeiro nome do proprietário, mas já é um começo.

O passo seguinte pode ser tentar pedir à Siri “E aí Siri” “Telefona para mãe” ou “Telefona para pai”, são contactos prováveis de existirem na lista e podem facilitar um contacto.

Se todos estes esforços não sortirem efeito deves manter-te atento para alguma chamada que apareça. Mais ainda deves atentar para alguma informação que surja no ecrã no caso do dono legítimo iniciar o processo de localização via app Encontrar.

Em último caso podes contactar a operadora que aparece no canto superior do ecrã ou as autoridades policiais mais próximas. A partir daqui solução terá que passar por retirar a bandeja do cartão SIM para informar qual o IMEI do equipamento caso o tenha. No caso de ser um iPad sem acesso ao SIM, podes também tentar contactar o suporte da Apple e seguir as instruções que te forem apresentadas.

Uma coisa é certa deves tentar esgotar todas as hipóteses, tendo em mente que amanhã podes ser tu a perder o teu “fiel companheiro” eletrónico.